Fazia um tempo que não dava sinal de vida por aqui, é que tem sido meio corrido as coisas, final de faculdade, trabalho e tudo mais, só que não vou deixar por isso não ! semana que vem vai ficar tudo mais tranquilo e tenho planos de manter uma atualização do blog sem essa coisa de “mês sim, mês não”
Vou deixar um texto que escrevi ontem, gostei dele, triste, diferente, mas gostei dele
Meio Dissonante
Sou canto de pássaro morto
Som de corda quebrada
Sou flauta sem sopro
E piano sem tecla
Uma música que não toca
Um tom desafinado
Uma banda sem músico
Uma partitura sem nota
Uma nota sem tom
Uma música sem sentido
Um instrumento sem timbre
Uma vida de absurdo
Sou canto de pássaro morto
Instrumento quebrado
Harmônia esquecida
Música perdida
Hoje acordei
Dissonante com a vida
Danilo Vieira Battistini
Espero que gostem, até ! Semana que vem volto com um pouco mais de conteúdo e coisas pra falar.
Hoje vou falar de um assunto que me deu vontade de falar enquanto estava no ônibus, a interpretação de uma música. Mas… o que exatamente eu estou querendo dizer como Interpretação?
Como já foi dito em diversos outras vezes no blog, música é mais que música, é um sentimento, é uma vontade! Ou seja, ela vem associada com alguma coisa, independente de qual música, tem músicas rápidas, felizes, agitadas, românticas, tristes, melancólicas, agressivas e etc. E para elas causarem de fato o que elas querem passar, elas precisam além do lado emocional do ouvinte, o lado emocional e, finalmente onde eu quero chegar, a Interpretação do musico!
Como alguns devem ter associado, porque eu também associei depois, é considerar a Interpretação como “Feeling”, o que não é errado, de fato o músico tem que cantar com esse feeling! Gritando, suave, conversando com ouvinte, do melhor modo para que as palavras não cheguem “mortas” ao ouvido das pessoas.
Do mesmo modo que em um show, uma banda inteira demonstra, ou pelo menos deveria, demonstrar essa vontade essa Interpretação da própria música! Também feita em músicas gravadas em estúdio, para que as pessoas ao ouvirem em seus PC’s, MP3′s e etc, também tenha a mesma sensação que a música e a banda quis passar com ela.
Porque é essa a diferença entre uma música que “toca” a gente, com uma música que simplesmente passa batida pela nossa escuta. Nossa capacidade auditiva, assim como nosso paladar ou nossas emoções também tem que ‘digerir’ a música que estamos escutando, ela também tem seu gosto, sua emoção.
Vou passar pra vocês uma frase que eu ouvi semana passada, durante uma entrevista com o produtor Marcos Yukio, do estúdio Ultra-Sônica, que me fez começar a apreciar mais a música que eu escuto, e até para quem tem costume de ouvir muitas músicas, puxar muita coisa e etc
“Tem banda que vem ensaiar aqui, que o cara chega em uma semana e fala ‘nossa! Puxei a discografia do Led Zeppelin!’ e beleza, apesar de ser contra o download de músicas, mas o problema é que na semana seguinte ele chega e diz ‘cara, puxei a discografia do Deep Purple! muito bom’ e ai eu perguntei se ele não tinha acabado de pegar a discografia do led zeppelin na semana e ele me responde: ‘ah, já ouvi!’ Meu! Como assim você OUVIU uma discografia inteira em uma semana? É um insulto pro seu ouvido você falar que ouviu isso, em uma semana eu consigo ouvir um cd! e ainda assim não vou conseguir apreciar todo o conteúdo dele nesse tempo, é um trabalho de meses que os músicos tiveram para gravar um cd, compor as músicas, gravar e todo o processo, é muita coisa que nosso ouvido tem para absorver!”
Eu de fato, comecei a ouvir com mais atenção as músicas que tenho, você consegue captar os detalhes que a música tem muito melhor, as peculiaridades dela, afinal, conhecer uma música é como conhecer uma pessoa! Tem a primeira impressão, mas você pode passar anos e ainda não conhecer tudo que ela 100%.
Com isso da interpretação, vou deixar com vocês uma música de uma banda que me chamou muita a atenção, The Seatbelts.
The Seatbelts é uma banda de Jazz/Blues/Diversos outros gêneros, liderada pela compositora e instrumentista Yoko Kanno. (para os fãs de anime e mangá que passarem por aqui, Yoko Kanno fez a trilha de animes como Wolf Rain,Darker than black, Ghost in shell entre muitos outros trabalhos).
Recomendo fortemente para quem tem interesse por música que pesquisem sobre eles no youtube, lastfm, wikipedia, por onde quer que seja, eles trabalham com músicos do Japão, EUA, França, a técnica, a composição é espetacular.
E a música que vou passar que tem essa Interpretação, esse Feeling tanto da banda como da cantora, é um Jazz cantado pela atriz e cantora Emily Bindiger.
Eu posso passar mais alguns parágrafos explicando o como essa música tem o feeling certo, e passa exatamente o que ela fala, te faz sentir exatamente como ela quer, mas a música em si vai falar muito mais do que milhares de palavras minhas. Apreciem a música, tem a letra na descrição do video, que eu também acho muito linda.
Estava deitado na cama ouvindo Madeleine Peyroux, um jazz bem tranquilo, uma melodia calma e uma voz que suave doce, a música era I’ll look around, mas enfim, estava eu, ouvindo música, pensando na vida.
Do mesmo jeito que a música nos ajuda a dar uma direção, ela anda me confundindo bastante ultimamente.
Se eu deixasse de escutar a música dentro da música
Aquela voz que me chama em cada melodia, no meio de um acorde, ali, logo depois daquela pausa, durante aquele solo, naquele momento de silêncio
As vezes se eu deixasse de escutar a música como escuto, eu conseguisse me planejar melhor
Deixando um pouco de lado a música, o futuro é sempre muito incerto, como li numa tirinha de Calvin e Haroldo:
“Sabe qual o problema com o futuro? Ele vive mudando no presente!”
Eu achei essa frase sensacional, fala sério.
mas certo, qual o caso aqui:
Eu sempre fui alguém que sempre tive uma mania de me planejar bastante e entro, em constantes dúvidas quando paro pra pensar no meu futuro acadêmico/profissional, já que estou me formando no fim do ano como Produtor Musical, me chega cada vez mais a pergunta “tá, e depois?”
Penso em fazer marketing, abrir uma empresa
Penso em fazer dublagem, virar um dublador além de produtor musical
Penso em fazer cursos para me especializar bem nessa área de produção musical
Penso em ser professor (do que? não faço idéia!)
Mas uma coisa que sempre, sempre sempre sempre fala comigo quando eu estou ouvindo música é esse pensamento do
“Por que você não faz música?”
E bom
Até agora tirando dificuldade de arrumar emprego, não me vem nenhuma outra contraditória para o porque dessa pergunta.
Não sei o que vou ser daqui 7 meses
Não sei o que vou estar fazendo daqui a 3 anos
Não sei do que vou estar vivendo daqui a 10 anos
Mas eu sei, tenho certeza que uma coisa que nunca vai mudar, uma coisa que eu sempre vou saber, é que vou continuar ouvindo a música dentro da música, aquela voz que conversa com cada um de nós quando escuta uma música que está em sintonia com a gente.
Hoje não vou deixar exatamente uma música para que vocês ouçam, mas quero que assistam esse vídeo
Lindo não?
Também só para não deixar vocês perdidos, a música que me referi no começo do post é essa:
para aqueles que queiram a letra da música, vou deixar disponível aqui o link (http://letras.terra.com.br/madeleine-peyroux/295593/traducao.html)
Chora meu violão, chora;
Canta suas histórias, timbra sua dor;
Vibra a dissonância do seu dia, dedilha seu amor;
Toca sua música, até os pesares irem embora;
Mancha sua partitura com notas;
Que eu mancho a minha com lágrimas;
Entoa sua dor em acordes;
Que eu entoarei a minha num choro;
Chora meu violão, chora;
Grita! Canta! Mostra sua música!
Transforme minhas lágrimas numa canção;
Que eu transformo sua melodia em poesia;
Chora meu violão, que eu também choro.
Pois você é tão gente, como eu sou violão.
Hoje parei para tentar escrever algo um pouco sem sentido;
A música tem alguma lingua? Qual o idioma que ela fala?
Nós a dividimos por gêneros, por estilos, por oriental ou ocidental, boa ou ruim (um tópico importante a ser discutido), mas bem, muita coisa pra falar! Vamos por partes
Boa ou ruim; o que de fato torna uma música melhor que a outra? O que podemos falar por “preferência” é muito diferente do que é “bom”
Vou ser extremista, eu após um pouco de reflexão passei a pensar do seguinte modo: É errado falar que funk é ruim, é errado falar que emo é ruim.
Podemos achar chato, ridiculo, sem sentido, vulgar até dizer que não é música, mas quem somos nós para julgarmos algo sobre a música? Vou ser sincero com vocês que de um tempo para cá, passei a entender a música como mais do que estilos, gêneros e etc… acho que a melhor tradução para a música que podemos encontrar é: Sentimento, sensação, emoção, vontade, desejo.
Metaleiros acham funk ridiculo, funkeiros acham metaleiros toscos, rockeiros reclamam dos emos e vice-e-versa, e eu parei para pensar que as vezes as pessoas tratam música como futebol, e é tão errado discutir por futebol, como é errado discutir por música.
Se derepente um forró, ou alguma música emo me faz lembrar de um dia, me faz lembrar de um momento, me faz sorrir, ou chorar, assim como qualquer rock, ska, reggae, ou alguma outra coisa pode fazer.
Acho que me enrolei um pouco, então vou resumir minha visão:
A música passa a ser música, a partir do momento que ela desperta algum sentimento ou emoção em um indivíduo, seja ele o intérprete ou o ouvinte, não existem parâmetros para música ser melhor que outra, já que a música a definição da mesma como “boa” ou “ruim” passa a ser algo de pessoa para pessoa, o gosto não altera como a música pode afetar outro indivíduo.
Por exemplo, eu posso não gostar de funk, posso achar eletrônico uma batida repetitiva, posso achar emo sem criatividade, mas alguém pode achar um funk sensacional, um eletrônico extremamente empolgante ou emo uma composição a nivel de Mozart, a técnica e o estilo não valorizam ou menosprezam o valor da música, o que causa tal desvalorização, na minha sincera opnião, é “Música Comercial”
O que quero dizer com isso? Quem toca por tocar, quem é meramente “poser” em relação a música, não encara a mesma como algo por exemplo Divertido, triste ou feliz, não segue o fluxo da própria música que está tocando ou interpretando.
Mudando de assunto, outra coisa que acho que seria legal de discutir é o idioma da música.
Como assim?
Simples, eu parei para pensar do seguinte ponto de vista: Adoro J-Rock, K-Pop, entre outros.
Não entendo NADA que eles falam, nada, mas como mesmo assim muitas dessas músicas “conversam” comigo, me fazem sentir vontade de quebrar coisas, de sair gritando, de pular e rir, de chorar.
Você já parou pra pensar, que derepente você ouve uma música que você não sabe do que esta falando, não sabe a letra ou simplismente não entende ela e mesmo assim você curte muito tal música? Pois é, eu andei pensando isso esses dias.
Bom gente, eu vou ficando por aqui, acho que perdi o rumo das idéias enquanto escrevia então peço desculpas se algo ficou confuso
Recomendação da noite:
Andy Mckee: Compositor americando no estilo Percussive Fingerstyle Guitar
Deixo o post com as palavras de um dos comentários do video que resumiu muito do que eu ia falar aqui, boa noite a todos!
Hoje realmente só queria compartilhar com vocês um texto que escrevi já faz um tempo, mas eu gosto muito dele, espero que vocês também gostem
Cada um dos instrumentos, parte de seu som, parte de seu timbre, parte
de cada um de vocês é parte de minha própria voz, de minhas próprias
idéias, pensamentos e meus próprios sonhos. É um acorde que faz soar um
grito, um dedilhado que põe os dedos a valsar, um batuque que põe o
coração a sambar, faz de um solo minha corrida e de uma pausa meu
descansar.
A música, trilha sonora da minha vida, que me faz sair á rua e
ouvir tua melodia. Me faz de criança ao ouvir teu refrão, na virada da
bateria no sopro da flauta, o canto que entra pelo ouvido e sai quando
penetra a alma.Do ínicio da música, ao fim da melodia, de cada palavra
da letra da música, de cada som de cada instrumento e instrumentista!
Dos ouvidos mais refinados aos menos aflitos, desde os mais exigentes
aos que não são tantos.
De toda letra que ler, de toda melodia que ouvir,
todo batuque que soar, todo canto que cantar!
É música no ar!
Danilo Vieira Battistini
Vou começar a também colocar em cada post uma recomendação de artista, ajudando também a divulgar nomes derepente nem tão conhecidos, hoje deixo a Recomendação do Dia nas mãos de:
Luar na Lubre (http://www.luarnalubre.com/)
Conheci eles através de um amigo (a.k.a Gato) que me passou essa música que estou colocando o vídeo no final do post.
Vamos lá, quem é Luar na Lubre?
Uma banda de origem Espanhola, uma das maiores formações do folk Galego, suas músicas para mim tem diversos significados, das mais dançantes até as mais calmas e relaxantes, mas enfim! Apreciem Luar na Lubre com a música O Son Das Aguas!
Estava parando pra pensar a respeito do que ouvi em uma aula da faculdade esse semestre, bem interessante por sinal, achei que seria legal compartilhar com vocês:
Todos aqui conhecem o filme Matrix né? Fiquei sabendo nessa aula que o nome dos personagens de matrix, Neo, Trinity, Morpheus, até algumas das naves, foram baseados no nomes de sintetizadores (curiosidade a parte só)
Mas o interessante desse filme, é que ele mostra qual o sentido que nos desliga e liga da realidade; a audição.
Pare para pensar, uma vez que os personagens entram na matrix, qual a única maneira deles sairam de lá?
Atendendo um telefone.
Vamos pensar de outro jeito seguindo esse exemplo: Você está la vivendo sua vida como todo dia, e coloca um fone de ouvido com sua música preferida, ou uma que faz com que você se perca nos seus próprios pensamentos, basicamente se afastando um pouco da sua realidade, até que alguém te cutuca e diz um “ei, não tava me escutando não?”
Basicamente, a audição é a melhor fuga que temos da realidade não concorda? Como já escrevi aqui nesse blog acho que diversas vezes já, quando estamos nervosos e buscamos ouvir alguma música ou pra extravazar de vez essa raiva, ou alguma música para nos acalmar, ou para qualquer outra finalidade, a música em si, ruídos e sons, são os melhores responsáveis que temos para esquecermos um pouco da realidade.
Arrisco dizer ainda, que a música consegue afetar diversos sentidos e capacidades nossas, os sons, ruídos, vibrações, barulhos, músicas conseguem ativar lembranças que temos, recordações, nos faz ter idéias, traz imagens para nossa mente, você cria sua própria trilha-sonora mental praticamente!
Estou lendo alguns livros sobre Musicoterapia faz algum tempo, um assunto que me chama muito a atenção, um deles é de Louise Montello: Inteligência Musical Essêncial
Eu estou lendo, tem alguns pontos que são bem legais, ele explica casos de pacientes que teve na musicoterapia, maneiras e exercícios de ativar sua própria Inteligência Musical Essêncial dentre diversas outras informações.
Quando eu terminar de ler ele vou colocar aqui alguns tópicos que acho interessante para compartilhar!
Agora vou mudar um pouco de assunto, até dando uma recomendação para vocês de música, particularmente eu achei genial:
Ronald Jenkees (www.ronaldjenkees.com)
Minha amiga Fernanda me passou um video dele e eu achei genial! Até procurei saber um pouco mais quem é Ronald Jenkees, deixe eu compartilhar um pouco do que descobri:
Ele é um compositor americano, desde pequeno tocava piano, mas sempre gostava de tocar “de ouvido”, e mesmo em uma banda da escola que o diretor incentivava Ronald a estudar música, ele nunca teve interesse. Ele tem 3 albuns lançados o mais recente saiu ano passado que tem um titulo curioso, divertido, sincero e verdadeiro: Disorganized Fun.
Deixo hoje esse post com as palavras de Ronald Jenkees, encorajando a todos que lerem esse post, não terem medo derepente, de se expressar com música!
But I believe in music like some people believe in Fairy Tales
I like to imagine what I hear
(…)”
Music is all around us, all you have to do is listen.
Lindas palavras de um filme mais lindo ai, Som do Coração (August Rush no original)
O filme além da linda história sobre um menino prodígio da música,órfão, que passa o filme procurando pelos pais, acreditando que a música vai levar ao encontro deles.
Existem diversos pontos magníficos pra colocarmos em evidência desse filme, vou colocar um deles nesse post.
“But I believe in music like some people believe in Fairy Tales”
Eu entendo como ele se sente, a música é mais que sons, mais que batuque, mais que ritmo, mas que harmonias e dissonâncias, mais do que simplismente ouvir, música é sentir! Música é o maior sentimento que eu já tive até hoje!
É sentir raiva, ódio, alegria, tristeza, morbidez, confusão, qualquer coisa que nós sejamos capaz de sentir, existe um som, uma voz, uma melodia, uma música que consegue colocar exatamente o que a gente pensa em algo mais que palavras; Sentimentos.
Falo por experiência própria, como músico, como ouvinte e paciente.
Sim, paciente, porque todos nós estamos em pura terapia sempre que escutamos música, ela traz imagens e sentimentos, ela mostra quem somos, quem temos medo de ser, quem gostariamos de ser, quem lutamos para ser.
A música é aquilo que sempre esteve, esta e vai estar a nossa volta.
A música é aquilo que sempre vai ter uma resposta para sua pergunta.
Certo, estou voltando a postar aqui no meu blog Sinfonia do Dia =]
Hoje vou falar de uma coisa que eu acho muito importante pra que todos pratiquem pelo menos uma vez por dia, aprendi o termo na faculdade, vou falar um pouco sobre a Escuta Acustmática.
Fiz uma pesquisa no significado da palavra para explicar melhor para vocês, vamos lá:
Do grego akousma: percepção auditiva, acusmática(o) significa ouvir sem ver; sem ver a fonte sonora, a causa geradora do som.
num geral é por exemplo, independente de ter suas caixinhas de som no computador ou algo assim, é um momento que você pega para ouvir a música e só. sem distrações, uma frase de François Bayle, um compositor de música eletroacústica explica bem o significado da escuta.
A escutca acusmática, é “uma situação de escuta pura, sem que a atenção possa ser desviada ou reforçada por uma causalidade instrumental visível ou previsível”.
Andei fazendo isso várias vezes por dia, pego algumas músicas instrumentais, fecho os olhos, sento e relaxo, deixo a música guiar meus pensamentos, é algo que recomendo para cada um de vocês fazerem pelo menos uma vez por dia, pense nisso como um momento de reflexão, um momento de meditação.
Se você está com algum problema ou algo em mente, esvazie a mente, escolha uma música, feche os olhos e ouça a música, esqueça de tudo, e depois se concentre para resolver seu problema, seja ele uma conta, um trabalho, uma prova, o que for.
Hoje vou deixar por isso o post, vou colocar uma música de Yoko Kanno (compositora japonesa) da trilha sonora do anime Wolf’s Rain, a música se chama Sleeping Wolves. Gostaria que cada um de vocês que entrasse nesse blog, abrisse esse video, desligasse celular, deixasse o notebook de lado, feche o msn, esqueça tudo! Apenas feche o olho e se concentre na música, essa música é bem curtinha, mas ela segue um ritmo bem calmo e sereno, o que vai ajudar a relaxar um pouco, tanto sua mente como o corpo.
vou deixar resumido aqui um passo-a-passo:
1 – Desligue qualquer aparelho ou programa que possa distrai-lo; Celular, notebook, msn, skype e etc.
2 – Esvazie a mente, tire suas preocupações, ou o máximo que conseguir.
3 – De um play no vídeo (ou futuramente em alguma música/video a sua escolha)
4 – Feche os olhos e deixe a música guiar seu pensamento.
Bom, fazia um tempo desde que postei aqui a última vez né?
Muita coisa aconteceu nesse meio tempo, muita coisa mesmo.
Não vou me lamentar por nada que acabou, por nada que passou, vou tentar pensar no lado bom de que serão lembranças de momentos que existiram, de risos e sorrisos, lágrimas e desespero, abraços, amigos, cada situação, vai estar presente em minha memória.
Nesse meio tempo de muitos acontecimentos, um deles é de muita importância pra mim, porque eu sinto que vai ser algo de extrema importância para minha vida, minha quem sabe
Minha futura empresa.
É estranho tentar escrever alguma coisa, depois de tanto tempo sem escrever nada aqui, porque tanta coisa aconteceu, e muitas dessas coisas eu não saberia nem por onde começar contando.
Vou deixar esse post como um novo ponto de partida.
Nas melhores palavras de Chico Xavier
“Embora ninguém possa voltar, atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”